segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Veja 9 dicas para construir uma casa sustentável


Cuidados simples, alguns até já praticados, podem fazer diferença na natureza

Mais que uma realidade, cada vez mais a casa sustentável é uma necessidade. Para ficar no dado: a construção civil é o segmento que mais consome matérias-primas e recursos naturais no mundo, de acordo com o Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica (Idhea). Para ficar no positivo: construções sustentáveis podem reverter o quadro de degradação ambiental e preservar os recursos naturais para gerações futuras.

Em tempos de mudanças climáticas, quanto mais opções que poupem o meio ambiente, melhor. E a maioria das inovações não é cara ou dá retorno financeiro a médio e longo prazo, o que pode sensibilizar bolsos mais resistentes.

Confira abaixo nove dicas para construir uma casa ambientalmente amigável. Na maioria, são cuidados simples, alguns que até já são praticados, que podem fazer diferença na natureza.

1.Como se trata de um mercado em constante renovação, informe-se sempre pela internet e com quem trabalha com esse tipo de material quais são as novas tendências

2.Troque os materiais de construção pelos produzidos com baixo custo ambiental. Por exemplo, tijolo de solo-cimento em lugar do tradicional. Pode custar mais, mas dispensa o acabamento com massa corrida, ou seja, o custo fica zero a zero

3.Isole bem a casa, como forma de aproveitar ao máximo a refrigeração e o aquecimento, evitando desperdício

4.Sistemas de captação de energia solar e de água da chuva são mais complexos de serem instalados, mas dão resultados e retorno do investimento a médio e longo prazo

5.Medidores de consumo de água ajudam a controlar e reduzir o consumo

6.Troque lâmpadas comuns pelas fluorescentes, que consomem menos

7.Em vez de ar-condicionado, use ventiladores de teto. Também servem no frio, para movimentar o ar quente concentrado no alto

8.Algo de baixo trabalho e alto rendimento: plantar árvores. Se forem frutíferas, melhor: você pode consumir a produção e até iniciar sua própria horta

9.Dê preferência a utensílios do lar eletrodomésticos com certificados de que não agridem o meio ambiente, como vassouras feitas a partir de mata desmatada legalmente

Google e Verizon fazem nova proposta por neutralidade da rede


O Google e a operadora norte-americana Verizon deram hoje mais um passo em busca da neutralidade da rede, ao menos nos Estados Unidos. As duas companhias apresentaram uma nova proposta para indicar rumos da legislação na questão da neutralidade da rede.

Alan Davidson, diretor de políticas públicas do Google, e Tom Tauke, vice-presidente de assuntos públicos da Verizon, dizem, em um post publicado nos blogs das duas companhias, que defendem sete pontos-chave: primeiro, garantir a decisão da FCC (a Anatel dos EUA) de manter a banda larga com princípios abertos, com todo consumidor tendo acesso a todo conteúdo legal na internet, usando aplicativos que escolherem; segundo, existir uma nova proibição contra práticas discriminatórias (um provedor não pode discriminar ou priorizar determinado conteúdo, aplicativos ou serviços online para prejudicar concorrentes); e terceiro, o consumidor deve ser alertado sobre as práticas dos provedores na internet, com regras de transparência para serviços com ou sem fios. Ou seja, os provedores devem deixar claro os serviços que oferecem e suas capacidades, assim como informar as práticas de grenciamento de rede ou qualquer outro tipo de dado que possa ser usado para chegar ao consumidor.

A lista continua citando a decisão da FCC de permitir que a operadora Comcast bloqueie conteúdos online: "nossa proposta detalha o papel da FCC e sua autoridade no espaço da banda larga. Além de criar uma proteção ao consumidor e padrões não-discriminatórios que vão além das barreiras pré-existentes da FCC, a proposta prevê a criação de um mecanismo de 'obediência' para a FCC", com a agência reforçando suas políticas em caso a caso, mas com capacidade de decidir (e impedir) uma prática que quebre as barreiras, impondo uma multa de até US$ 2 milhões.

O quinto lugar da lista do Google e Verizon pretende garantir que a infraestrutura de banda larga se torne uma plataforma para inovação, "para que fornecedores de banda larga trabalhem com outras empresas para desenvolver novos serviços", como monitoramento de saúde, serviços educacionais e até mesmo entretenimento e games. O próximo item "reconhece que a banda larga sem fios é diferente do mundo tradicional com cabos, em parte porque o mercado móvel é mais competitivo e muda mais rápido", escrevem os executivos. "Nesta proposta, não aplicaríamos os princípios da rede com fios para a rede sem fios, exceto para requisitos de transparência".

O último lugar da lista fala da crença do Google e da Verizon no "interesse nacional em ter acesso de banda larga à internet. Antes disso, porém, apoiamos mudanças para levar banda larga para onde não existe hoje". Agora, as duas companhaias dizem estar "prontas para trabalhar com o Congresso, com a FCC e com todos os interessados" para "colocar os consumidores na frente e ampliar a liderança dos EUA no mundo da banda larga", concluem os executivos.

Protótipo de helicóptero quebra recorde de velocidade


A empresa americana Sikorsky é responsável pelos helicópteros com tecnologia X2, que pretende fazer com que as aeronaves cheguem a ser até duas vezes mais rápidas do que as atuais.

Em um voo de aproximadamente 30 minutos, em uma base de testes na Flórida, com um protótipo da nova tecnologia, o helicóptero foi capaz de chegar a 258 mph (milhas por hora). Isso é o equivalente a cerca de 400 km/h, e acima do recorde anterior de 249 mph, estabelecido em 1986.

Em uma comparação, o AH-64 Apache (helicóptero oficial dos militares americanos) pode chegar a até 365 km/h. A velocidade pretendida pelos cientistas é chegar perto dos 300 mph - cerca de 480 km/h. Isso pode fazer da tecnologia X2 um instrumento bélico poderoso.

Este modelo futurista de helicóptero deve ficar pronto em breve. Ele conta com dois rotores principais, com quatro pás em cada. Já o rotor de cauda tem seis pás. Essa observação é notável, ao ser comparada com as habituais duas pás de cada um dos rotores.

A tecnologia X2 foi premiada pela revista Popular Science - publicação centenária considerada a principal revista sobre tecnologia e ciência no mundo. A empresa Sikorsky recebeu o prêmio Best of What's New (Melhor do que há de novo) do ano de 2009.

Fonte: Terra

sábado, 7 de agosto de 2010

Entenda o que é a neutralidade da internet


Imagine se toda vez que você fosse assistir a um vídeo no YouTube sua conexão ficasse mais lenta e, sem mais motivos, ao tentar acessar um site seu navegador fosse redirecionado de maneira automática para um site de um serviço concorrente. E se você simplesmente não conseguisse jogar qualquer game online?

Questões como essa, entre outras, se relacionam à discussão sobre a neutralidade da rede. O conceito principal dessa ideia é que a internet é um meio democrático e todas as informações que trafegam por ela são tratadas da mesma forma, sempre na mesma velocidade, disponíveis para todo e qualquer internauta. Todo site deve e pode ser acessado do mesmo modo, assim como todo serviço online ou aplicativo conectado. A neutralidade da rede significa, basicamente, que todo e qualquer conteúdo na internet deve estar igualmente acessível a qualquer pessoa sem interferências no tráfego online.

Mas grandes operadoras de cabo e telecomunicações entendem que devem poder atrasar ou acelerar o tráfego de dados em suas redes dependendo de seu conteúdo, além de criar tarifas que contemplem velocidades de acesso diferentes.

Exemplos da luta entre consumidores e empresas que vão contra a neutralidade na rede não faltam. Nos Estados Unidos, por exemplo, a operadora Comcast resolveu, em 2008, bloquear o acesso a serviços de troca de arquivos online como o BitTorrent. A Comissão Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês, uma espécie de Anatel dos EUA) disse que a Comcast não poderia fazer isso, e a briga foi parar na Justiça - que aceitou o pedido da Comcast para poder processar a FCC, e a questão ainda está em andamento.

Operadoras como a Comcast, que oferecem serviços múltiplos ao consumidor, como internet rápida, TV a cabo, filmes sob demanda e telefonia convencional, podem ser as maiores interessadas na questão da não-neutralidade da rede. Desse modo, podem, na teoria, oferecer melhores serviços aos seus clientes dentro do pacote que já vendem a eles, impedindo o acesso a outros conteúdos de "concorrentes". Estúdios de cinema e gravadoras também são potenciais interessados nisso, já que um provedor pode barrar ou limitar o tráfego em sua rede para a troca de arquivos em redes ponto-a-ponto, como Bit Torrent. Desse modo, evitam ou coíbem a pirataria.

Só que barrar um serviço por suposta "ilegalidade" - como a troca de arquivos - pode também impedir que recursos legais usados por outras empresas sejam barrados. O professor T. Baron Cartney, que ensina direito na Universidade de Boston, disse ao jornal da universidade que "muita gente usa a rede para baixar arquivos ilegais. Mas a emissora NBC usa a mesma tecnologia para transmitir filmes. A agência AP, quando a Comcast disse que não interferia na rede, fez um teste e usou uma bíblia para download. É difícil argumentar quando os direitos autorais ainda são válidos".

A controvérsia da neutralidade da rede também esbarra na questão da opção do consumidor: muitas vezes, ele pode estar restrito a um único serviço de internet/voz/dados por simples falta de concorrência. Como no Brasil, a telefonia nos Estados Unidos se expandiu após a quebra de monopólio, que pode continuar a existir em determinadas localidades. Em um fato isolado, mas que serve bem para mostrar a situação, lembre que o iPhone é vendido nos Estados Unidos apenas por uma operadora (AT&T), mas no Brasil por todas (Oi, Claro, Tim, Vivo). E se a AT&T quisesse limitar a velocidade de download para todos os usuários de iPhone?

Empresas como o Google são extremamente engajadas na defesa da neutralidade da rede. "Para a gente, o tema não é sobre rigidez regulatória, mas sobre proteger consumidores e manter a internet aberta para inovação", defende a empresa em seu blog de políticas públicas, onde propõe novas ideias para a FCC no caso da Comcast.

Entre os ideais defendidos pelo Google estão a criação de princípios para banimento da prioridade de tráfego na internet referentes a quem transmite ou cria um conteúdo ou aplicação, maior transparência sobre as ofertas das empresas de telecomunicações aos consumidores e, ao mesmo tempo, manter um gerenciamento de rede que contemple algumas exceções para evitar questões de segurança, como malware e spam.

O debate sobre a neutralidade da rede ocorre em maior espectro, hoje, nos Estados Unidos e na Europa, com entidades como a EFF (Electronic Frontier Foundation) e sites específicos (savetheinternet.com e freepress.net) defendendo a causa. Se tudo der certo, quem ganha mesmo é o consumidor e internauta.

É uma longa discussão, que ainda mal chegou ao Brasil. "Um dos grandes problemas em regular esta área é que a tecnologia muda tão rápido que o que faz sentido hoje é insano amanhã", conclui o professor da Universidade de Boston.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Atual Mercedes-Benz Classe C alcança um milhão de unidades vendidas


atual geração do Mercedes-Benz Classe C é um sucesso de vendas mundial. Prova disso são os números que o modelo acaba de alcançar. O veículo médio-compacto alemão chegou à marca de um milhão de unidades comercializadas em todo o planeta. O volume foi obtido com cerca de três anos de mercado.

Lançado em novembro de 2007, o atual Classe C conquistou bom público em vários países. A maior demanda pelo modelo está na Alemanha, onde é produzido, na China e nos Estados Unidos. Eles respondem por pelo menos 25% de todas as vendas do sedã. A perua responde por 16% de toda a comercialização da linha Classe C.

Presente em praticamente todos os cantos do planeta, o Classe C tem seis opções de motorização e quatro a diesel. Há carrocerias sedã e perua e, em breve, virá um cupê para suceder o CLC.

Fonte: AutoDiário

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Ministério da Agricultura abre seleção para consultor(a) em agricultura orgânica.


O Ministério da Agricultura abriu seleção para consultor(a) em agricultura orgânica.
Poderão participar agrônomos e biólogos com experiência em agroecologia e metodologias participativas na área rural.

O consultor será responsável pelo planejamento, organização e capacitação de grupos para garantia da qualidade orgânica. As atividades serão realizadas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília/DF, no período de um ano.

Os interessados devem encaminhar currículos e comprovantes, até 20 de agosto de 2010 para o endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo - Ala B, sala 152, Coordenação de Agroecologia/CGDS/Depros/SDC/Mapa, CEP - 70043-900.

Mais informações em:

termo de referência - http://www.agricultura.gov.br/pls/portal/url/ITEM/8C9890DA15AFB026E040A8C07502586F


aviso de seleção - http://www.agricultura.gov.br/pls/portal/url/ITEM/8C97C1CAF6A94BCFE040A8C075023E3B

edital - http://www.agricultura.gov.br/pls/portal/url/ITEM/8C98866FE953DC76E040A8C075024E8C

minuta do contrato - http://www.agricultura.gov.br/pls/portal/url/ITEM/8C997FD65A34A8D6E040A8C075024F18

domingo, 1 de agosto de 2010

Em GP confuso, Webber vence na estratégia e lidera Mundial


O australiano Mark Webber venceu neste domingo o Grande Prêmio da Hungria de 2010 de Fórmula 1. Com uma estratégia corajosa de retardar seu pit stop, e contando com a má sorte de rivais como Sebastian Vettel e Lewis Hamilton, o experiente piloto da Red Bull conquistou sua quarta vitória na temporada de 2010 e ainda assumiu a liderança do campeonato.

Com os 25 pontos conquistados em Hungaroring, Webber chegou aos 161 e passou Lewis Hamilton, então primeiro - o inglês da McLaren abandonou a prova e permanece com 157. Fernando Alonso, segundo no circuito, foi a 141, enquanto Sebastian Vettel, prejudicado por erros no domingo, completou o pódio e passou a somar 151 pontos no ano. Jenson Button tem 147, enquanto Felipe Massa tem 97.

A prova, que marcou o 100º GP da Red Bull, contou também os desempenhos distintos de Felipe Massa e Fernando Alonso. Enquanto o espanhol foi bem desde a largada, quando quase assumiu a primeira colocação, o brasileiro fez uma corrida burocrática: largou em quarto, segurou sua posição, caiu para quinto nos boxes e voltou para quarto após o abandono da McLaren de Hamilton. Alonso, segundo, segurou o ímpeto de Vettel no fim da prova e se manteve atrás apenas de Mark Webber no traçado.

Apesar de ocuparem a primeira fila, os carros da Red Bull tomaram sufoco já na largada: por fora, Fernando Alonso tomou de Mark Webber o segundo lugar, e só não assumiu a liderança porque Sebastian Vettel tinha preferência na curva para a direita e protegeu a primeira colocação. Felipe Massa se defendeu de Lewis Hamilton e manteve o quarto lugar.

Ainda nos metros iniciais, Rubens Barrichello conseguiu um bom desempenho e saltou do 12º para a nona colocação. Sem conseguir passar Massa, Hamilton perdeu o quinto lugar para o Vitaly Petrov, mas deu o troco e recolocou o russo da Renault no sexto posto ainda na primeira volta. Mais atrás, Michael Schumacher errou na primeira curva e escapou, enquanto Lucas di Grassi saltou para uma boa 20ª colocação.

Já na segunda volta, enquanto Vettel disparava na frente, Jaime Alguersuari protagonizava o primeiro abandono da corrida - com problemas de refrigeração, o motor da Toro Rosso do espanhol estourou prematuramente. Dez voltas mais tarde, a vantagem do alemão da Red Bull para o espanhol da Ferrari já era de quase 10 segundos.

As paradas nos boxes começaram na 15ª volta, com Jenson Button. Pouco tempo depois, em virtude de um pedaço do carro de Vitantonio Liuzzi na pista, o safety car entrou na pista, antecipando o pit stop das equipes. Vettel fez o seu e voltou em segundo. Fernando Alonso e Felipe Massa fizeram quase na sequência, mas não ganharam posições - voltaram respectivamente em terceiro e quinto. O líder era Mark Webber, que não parou.

A primeira sequência de pit stops ainda foi marcada por um festival de barbeiragens. Primeiro, com a batida entre Adrian Sutil e Robert Kubica - liberado por um mecânico, o polonês saía de seu boxe, quando foi atingido pela Force India do alemão, que se preparava para fazer sua troca de pneus logo à frente. Simultaneamente, Nico Rosberg deixava o boxe da Mercedes apressadamente, mas perdeu seu pneu traseiro direito ainda no pitlane. Sutil e Rosberg abandonaram, enquanto Kubica voltou - porém, foi posteriormente punido pela batida.

Na 24ª volta, Hamilton abandonou a corrida por problemas de eixo - Felipe Massa e Rubens Barrichello subiram respectivamente para quarto e quinto. Porém, com Webber e Vettel nas duas primeiras colocações, o alemão recebeu uma má notícia pelo rádio: fora punido se aproximar demais do safety car, o que posteriormente atrapalhou sua entrada nos boxes, uma vez que quase perdeu a entrada e teve que passar pela zebra para poder fazer sua troca de pneus. Irritado, o piloto da Red Bull voltou ao pitlane gesticulando muito. Retornou em terceiro, atrás de Fernando Alonso.

Webber, que resistia bravamente com os pneus com os quais tinha largado, aguentou até a 42ª volta, quando finalmente fez sua parada. Aí, com a grande vantagem que tinha construído, parou rapidamente e voltou ainda liderança - nos boxes, a equipe comemorava o trabalho. A partir daí, teve apenas a missão de manter seu ritmo tranquilo para vencer.

No fim da prova, Vettel ainda tentou pressionar Alonso para reassumir o segundo lugar, mas escapou na curva e reconstruiu a diferença que havia tirado. Rubens Barrichello, que andou em quinto, precisou trocar seus pneus no fim da prova e voltou na 11ª colocação. Nas voltas finais, ainda garantiu o 10º lugar após disputa com a Mercedes de Michael Schumacher, que ameaçou jogar o brasileiro contra o muro da reta dos boxes.

Com Mark Webber na liderança, a Fórmula 1 volta a correr em 29 de agosto, quando disputa a 13ª etapa da temporada no circuito de Spa-Francorchamps, Bélgica.

Confira o resultado final do GP da Hungria:

1. Mark Webber (AUS/Red Bull-Renault): 1h41min05s571 (70 voltas)
2. Fernando Alonso (ESP/Ferrari): +17s8
3. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull-Renault): +19s2
4. Felipe Massa (BRA/Ferrari): +27s4
5. Vitaly Petrov (RUS/Renault): +1min13s1
6. Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth): +1min16s7
7. Pedro de la Rosa (ESP/BMW Sauber-Ferrari): +1 volta
8. Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes): +1 volta
9. Kamui Kobayashi (JAP/BMW Sauber-Ferrari): +1 volta
10. Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth): +1 volta
11. Michael Schumacher (ALE/Mercedes GP): +1 volta
12. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso-Ferrari): +1 volta
13. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes): +1 volta
14. Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth): +3 voltas
15. Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth): +3 voltas
16. Timo Glock (ALE/Virgin-Cosworth): +3 voltas
17. Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth): +3 voltas
18. Lucas di Grassi (BRA/Virgin-Cosworth): +4 voltas
19. Sakon Yamamoto (JAP/Hispania-Cosworth): +4 voltas

Não completaram a prova:
Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes)
Robert Kubica (POL/Renault)
Nico Rosberg (ALE/Mercedes GP)
Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes)
Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso-Ferrari)